Papo de Mago

tomada

Sem título

Por Paulo Bono – Redator da Mago Comunicação Eu precisava espalhar mais algumas tomadas pela casa. Então chamei esse eletricista, Seu Raimundo. Acontece que o velho só chegou depois das onze. De qualquer forma, expliquei onde ficariam as novas tomadas e saí para resolver outras coisas. Cortar o cabelo, comprar a comida do peixe, passar no mercado e na casa lotérica. Mas o atraso de Seu Raimundo me fez perder praticamente toda a manhã. Parece que esses caras, pedreiros, pintores, eletricistas, encanadores, têm problema com horários. É universal. Bem, toda classe tem seu câncer, sua pose.

Outro dia mostrei a uma amiga Mais >

down

Não curti

Por Aline Santana – Redatora da Mago Comunicação

Há pouco tempo, vi no meu Facebook a mensagem de um pai dizendo que a febre da filha havia voltado e ele levou a pequena para a emergência, com direito a foto da entrada do hospital e tudo. E muitos interagiram com o pai exibicionista: “melhoras”, “não se preocupe” e até “a emergência desse hospital não é das melhores…”. Todos muito expostos e atuantes, criando algo como um BBB pessoal com filtros bem duvidosos e edições mais duvidosas ainda. Qual o ponto disso tudo?

Mesmo tendo bastante tempo de vivência com a internet e todos Mais >

Pixel no céu

Pixel no céu

Por Aline Santana – Redatora da Mago Comunicação

Há os que não se entregam a nenhuma das incontáveis atividades que o mundo da internet oferece. Em contrapartida, há aqueles cujo mundo sem a bendita é simplesmente impraticável. As justificativas vêm dos dois lados: “se eu me propuser a explorar esse universo de incontáveis bits, não sobrará tempo para mais nada em minha vida” versus “não vivo sem, meus amigos estão todos lá, minha vida está toda lá”. Sendo juíza desses extremos sem juízo, acredito que, como tudo na vida, requer um equilíbrio.

Diante do apagão no Nordeste, ocorrido semana passada, acendeu em Mais >

A propaganda é a vilã?

A propaganda é a vilã?

Por Vicente Paranhos – Redator da Mago Comunicação

Desde cedo aprendi que é preciso amar o que se faz, para ser feliz. Eu sempre amei a minha profissão. Um dia me perguntaram se eu não enxergava a propaganda como o vilão de um autofágico sistema capitalista, por fazer as pessoas adquirirem coisas que não precisam.

Tive um professor que costumava dizer que o problema não estava na propaganda e sim no hábito do homem contemporâneo de sobrepor o ter ao ser. Segundo ele, existem apenas dois sentimentos básicos que norteiam todo o comportamento humano, o amor e o medo, e que o Mais >